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Biometria facial começa a ser testada no transporte público do DF

O sistema identifica eventuais fraudes no uso dos benefícios da gratuidade nos coletivos. A linha 110 da empresa Piracicabana experimenta o novo dispositivo

A biometria facial está em fase de teste no transporte público do Distrito Federal. O sistema tem o objetivo de identificar eventuais fraudes no uso dos benefícios da gratuidade nos transportes coletivos. A linha 110 da empresa Piracicabana, que faz o trajeto da Rodoviária do Plano Piloto até a Universidade de Brasília (Unb), recebeu o novo equipamento para a fase de experimentação.

Ao todo, dez ônibus da linha receberam o dispositivo. As câmeras foram fixadas acima dos validadores onde os usuários passam o cartão. Elas conseguem captar a imagem da pessoa e enviar para um banco de dados. Caso haja incompatibilidade de perfil, uma equipe técnica avaliará se realmente houve fraude. Em seguida, pode haver o bloqueio do benefício.
No entanto, a interrupção não será feita imediatamente. Além da análise técnica, o usuário também terá a possibilidade de recorrer, caso haja equívoco no reconhecimento.
Para a fase de teste, um grupo de alunos da UnB terá a foto atualizada para uma de alta resolução no cadastro do passe estudantil. O Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) fica responsável por fazer a modernização do sistema.
Se os resultados forem positivos após a fase de teste, o projeto será ampliado para as demais linhas de transportes público do DF, até mesmo o metrô.
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