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appego@appego.com.br |
Caros Colegas Papiloscopistas e correntistas e acessam esta página,
Imagino que todos vocês já tomaram conhecimento de mais uma artimanha dos bancos para nos tomar -facilmente- nosso suado dinheiro! Agora vão nos cobrar mais uma taxa: de atualização de dados cadastrais a cada seis meses, variando seu valor de banco para banco e ,também , de acordo com o tipo de conta , aplicações e/ou investimentos que tivermos no banco. Isso é um grande absurdo! É um assalto! Por isso não podemos aceitar passivamente tal cobrança! Vamos reclamar a quem de direito: PROCON, MINISTÉRIO PÚBLICO- pois, em São Paulo, o Procon já está se mobilizando. Ao telefonarmos para o Ministério Públiso de Goiás para pedir orientações sobre o que podemos fazer, fomos informadas que: já chegaram lá algumas reclamações sobre a cobrança dessa nova taxa. O MP-GO já solicitou esclarecimentos a algumas instituições bancárias. Recomendaram-nos que enviemos e-mails( demonstrando nosso repúdio contra tal cobrança) para o MP-Go. Estamos cansados de saber que a justiça precisa ser cutucada por nós, especialmente o MP! Vamos lutar para derrubar essa normatização absurda imposta pelo BACEN! Façam, por alto, a conta de quanto esses bancos vão lucrar ainda mais às nossas custas. A cada seis meses tomará de nós: R$27,00; R$ 39,00; R$ 50,00 e por aí a fora. Imaginem quantos mil correntistas possui somente o Banco Itaú neste país? Quanto dinheiro esses bancos arrecadarão? Que benefícios teremos com isso? Mandem seus e-mails para: caoconsumidor@mp.go.gov.br. Catiana e Rosemeire Ap.
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21/11/2008 23:01:54 |
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APPEGO |
Parabens pela luta.. Conseguir o concurso para papiloscopista foi uma grande vitória. Eu sei o quao dificil foi, pois, acompanhei o começo desta batalha, e quando vejo este desfecho maravilhoso fico orgulhoso de ter vocês como nossos representantes. Sei que nada á fácil, mas quem disse que a vida é facil!! Um abraço do Rafael.
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30/10/2008 20:11:07 |
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APPEGO/FENAPPI |
CARTA ABERTA
A POLÍCIA TÉCNICA QUE NÃO QUEREMOS
Jaqueline Santana Santos
Foi com indignação, mas não com surpresa, que mais uma vez lendo a Policientífica (auto-intitulada, órgão de divulgação da ASPEC-GO), encontrei um artigo de teor discriminatório e segregacionista em relação a(o)s Papiloscopistas. Esse tipo de atitude, infelizmente, tem se tornado um fato corriqueiro e ampliado para outros ambientes como o site dessa associação e até mesmo o mural do Instituto de Criminalística. Aliás, esse comportamento nem mesmo se restringe ao nosso Estado já que situações semelhantes são relatadas em praticamente todos os pontos deste país.
Talvez o ato mais emblemático desse posicionamento tenha sido o lançamento da Carta de João Pessoa, documento que confirma a intenção dos órgãos que representam a(o)s Perita(o)os Criminais em excluir sistematicamente a(o) Papiloscopista das atividades relacionadas à perícia papiloscópica. Recentemente, um evento organizado pela ASPEC-GO em parceria com a ABC e subsidiado parcialmente pelos governos estadual e federal, cuja matéria tratada era de amplo interesse da(o)s papiloscopistas, vetou a participação dessa(e)s profissionais enquanto permitiu a participação de entidades não diretamente ligadas à Polícia Técnica.
Dentro deste cenário eu me pergunto: Como podemos fortalecer a instituição da Polícia Técnica e caminhar para a confirmação de sua autonomia quando uma classe tenta soçobrar a outra, se não há diálogo, respeito ou reconhecimento da especificidade dos serviços prestados?
Sobre esse último ponto eu gostaria de retomar o artigo mencionado anteriormente, “Das espécies de identificação papiloscópica do ponto de vista jurídico”. Ainda que não seja uma especialista da área jurídica, eu vejo que esse texto possui uma série de equívocos que precisam ser esclarecidos sob pena de serem tomados como verdade. O maior deles, em minha opinião, é tomar a Identificação Papiloscópica Civil e Criminal como mero processo administrativo.
A finalidade criminal da identificação papiloscópica nestes dois âmbitos é tão óbvia que mesmo leiga(o)s conseguem percebê-la. Após oito anos trabalhando com identificação de pessoas, dos quais uma boa parte dedicada ao requerimento de carteira de identidade, por diversas vezes eu tive a oportunidade de conversar com pessoas que se submeteram a esse processo. Eram pessoas dos mais diferentes níveis sócio-culturais e todas elas demonstraram compreender o objetivo deste: o controle social.
Se a carteira de identidade fosse um “mero” instrumento para promoção da cidadania sua utilidade seria discutível já que para este fim existe a certidão de nascimento. Além disso, não haveria a necessidade da criação e manutenção de um banco de dados. Inclusive, esse fato aliado às características intrínsecas da impressão papilar é responsável pela afirmação da supremacia do método papiloscópico sobre todos os demais métodos de identificação, até mesmo o DNA. Somente a Papiloscopia atende satisfatoriamente a todos os requisitos como perenidade, unicidade, variabilidade, imutabilidade, classificabilidade e praticidade. Quem nega esta realidade é porque desconhece o processo.
A separação da identificação papiloscópica em espécies distintas não se sustenta minimamente a um exame mais cuidadoso. O longo caminho percorrido para o estabelecimento da identidade de uma pessoa, a garantia de sua exclusividade e a possibilidade de sua localização quando necessário divide-se em etapas interdependentes, onde uma só é viável ou eficiente se relacionada à outra.
Se a realidade dos nossos trabalhos suprimiu a pesquisa de fragmentos nos arquivos, esse fato só confirma a minha afirmação. Isso porque o que temos na prática é uma perícia papiloscópica praticamente inoperante, restrita exclusivamente a casos com suposta autoria. Muito aquém das possibilidades que o método apresenta. Neste caso algumas perguntas teimam em não se calarem: Por que após sete anos de sua criação, o arquivo monodactilar nunca foi utilizado para pesquisa? Por que a pesquisa informatizada de impressões digitais (AFIS) oferecida pelo Instituto de Identificação não é utilizada em toda a sua capacidade e nem segundo toda a necessidade do serviço? Por que o convênio com a Polícia Federal para utilização de seu sistema não se efetivou de fato?
Esse quadro deve ser levado em consideração antes que alguém acuse a demanda dos papiloscopistas de corporativista. Da mesma forma, antes que alguém saia divulgando com alegria que um laudo de papiloscopista foi derrubado perante um tribunal, ele deve entender que juntamente com isso foi um homicida, um ladrão, um estuprador (ou quem sabe?) que ganhou a liberdade mesmo tendo um profissional, com certeza inequívoca, apontado a autoria do crime.
Como vemos, não são apenas a(o)s papiloscopistas que perdem. Nessa briga perdem a(o)s papiloscopistas, a(o)s perita(o)s criminais e principalmente a sociedade. É esta, a razão de ser de todo o serviço público, a maior prejudicada. É a sociedade que fica sem a prestação de um serviço ou o recebe de forma precária. E tudo isso por quê? Por conta de um preconceito, de um sentimento de superioridade que não permite enxergar sequer que o outro tem formação e habilitação técnica igual, inclusive reconhecida por órgãos superiores do executivo, do legislativo e do judiciário.
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05/10/2008 23:37:50 |
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appego/Maicel |
Caro colega,
Gostaria de parabenizá-lo pela defesa de nossa categoria nos mais diversos campos e lugares, principalmente na defesa da nossa profissão aos comentários feito no artigo publicado na revista da Aspec-go. monstrando, os argumentos e legislação pertinentes a categoria dos papiloscopistas, deixando claro até aos leigos a proporção e importancia dos trabalhos desenvolvidos pos nósem prol da sociedade.
Fico honradoem fzer parte desta associação e com o trabalho desenvolvido, não somente em Goiás, mas em todo o Brasil, pela Appego, Fenappi. um Abraço! Edvaldo.
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25/09/2008 11:37:33 |
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associação dos papiloscopistas policiais do estado de - go |
agora ficou mais facil a comunicação dew todos papiloscopista poliais principalmente na região centro oeste. estou a disposição para enfrentar os nossos direitos. sou goiano, mas moro em ms, sou lotado na del pol de cassilândia-ms, cidade vizinha ao estado de goias, faz divisa com o rio aporé. abraços. espero corresponder a todos.
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22/09/2008 16:42:30 |
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