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Notícias

12/07/2013
Manifestações: 1,5 mil vão às ruas em Goiânia
Por: Malu Longo - Colaborou Patrícia Drummond

Cerca de 1,5 mil pessoas, segundo dados da Polícia Militar, compareceram ontem ao protesto em Goiânia convocado pelas centrais sindicais, no Dia Nacional de Lutas. As manifestações se repetiram em outros pontos de Goiânia e várias cidades do País, mas desta vez o cenário era bem diferente daquele que predominou ao longo do mês de junho, quando a população foi espontaneamente às ruas para denunciar a má qualidade dos serviços públicos e a corrupção. As faixas substituíram os cartazes improvisados e grande parte dos manifestantes estava uniformizada, com camisetas das centrais sindicais.

Em Goiânia, a manifestação, que começou às 10 horas na Praça do Bandeirante, reuniu representantes de diversas organizações sindicais, de movimentos sociais e até políticos. Uma única bandeira do Brasil tremulava em meio a estandartes vermelhos, azuis, brancos, amarelos que indicavam a agremiação presente. A tentativa de união dos representantes dos trabalhadores não surtiu efeito no Dia Nacional de Lutas. O protesto começou dividido e terminou da mesma forma duas horas depois de uma movimentação até o Palácio Pedro Ludovico, na Praça Cívica, para retornar ao ponto de origem.

As centrais sindicais e suas vertentes, ao lado de representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE), Assembléia Nacional dos Estudantes Livres (Anel), Movimento Camponês Popular (MCP), Movimento dos Sem Terra (MST), Unidade Vermelha, PSTU, PC do B e PT, fizeram discursos isolados em carros de som distintos. No final, a divisão ideológica ficou ainda mais evidente quando a CUT, com maior número de filiados na manifestação, executou o Hino Nacional. Integrantes da Conlutas, que pediram a Internacional, o hino socialista, vaiaram a opção pelo hino brasileiro com tambores.

Separadas ideologicamente e politicamente, Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Nova Central Sindical, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Sindical e Popular (CSP - Conlutas), Frente Sindical e Popular não conseguiram levar para as ruas um grande número de pessoas, porém atrairam a atenção de populares, a maioria trabalhadores do comércio, e de motoristas que tiveram que aguardar a passagem dos manifestantes. Agentes da Secretaria Municipal de Transportes e Mobilidade (SMT) fecharam todas as vias de acesso à Praça do Bandeirante, entre elas as avenidas Anhanguera e Goiás e demais ruas por onde o grupo passou. A Polícia Militar também mobilizou dezenas de viaturas, um efetivo de 80 militares a pé e até o helicóptero da corporação, mas não foi registrado nenhum incidente no protesto.

Os colegas Fábio Lucena, de 18 anos, Jheny Paula, de 19, e Fred Ribeiro, de 20, sairam do cursinho onde estudam no Centro de Goiânia e se depararam com a manifestação. “Nós apoiamos o protesto. É justo”, disse Fábio, mas preferiram acompanhar o movimento de longe. Os jovens explicaram que não “têm tempo” para participar porque estudam e trabalham. Já a funcionária pública federal Mária Aparecida da Silva estava na manifestação com o marido, o funcionário público aposentado Divino Roberto da Silva. “Somos pessoas comuns. Eu participei das Diretas Já e queria estar aqui hoje”, disse ela, segurando um cartaz com os dizeres “26 anos de espera”. Até quando?” sobre a demora da ferrovia Norte-Sul. Divino, cadeirante, que com outro cartaz pedia o fim da corrupção, se disse frustrado com o protesto. “Eles estão aí há muito tempo, não convencem”, comentou a respeito dos representantes de centrais sindicais. Mesmo assim o casal acompanhou o protesto até o final.

Mais protestos

Quatro rodovias federais que cortam o Estado foram interditadas ontem, em Goiás, em função dos protestos realizados no Dia Nacional de Lutas. Na capital, além da concentração na Praça do Bandeirante, teve também no Setor Leste Universitário, em frente ao Hospital das Clínicas (HC) da Universidade Federal de Goiás (UFG). Segundo informações das Polícias Rodoviária Federal (PRF) e Militar (PM), as manifestações ocorreram de forma pacífica e não foram registrados incidentes. Apenas o trânsito - tanto na cidade quanto nas BRs - ficou mais lento, por causa dos bloqueios das vias.

O maior congestionamento foi verificado nas BR-153/060, chegando a cerca de seis quilômetros, aproximadamente às 9 horas. Em Catalão, Itapaci e Serranópolis, as pistas chegaram a ser totalmente bloqueadas pelos manifestantes, que queimaram pneus.

Estudantes da UEG ocupam prédio da reitoria em Anápolis

Paulo Nunes Gonçalves, de Anápolis 12 de julho de 2013 (sexta-feira)
 
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Alunos durante ocupação de reitoria da universidade
 
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Estudantes e professores da Universidade Estadual de Goiás (UEG), em greve há 76 dias, ocuparam ontem o prédio da reitoria, que fica junto à BR 153, entre o trevo do Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia) e o viaduto de acesso a Brasília. Os cerca de 200 manifestantes paralisaram a rodovia por 30 minutos, inclusive a via paralela, no sentido norte sul, e seguida se dirigiram para o portão de entrada da universidade, que se encontrava fechado.

Depois de uma rápida conversa com os vigias, um dos portões foi aberto e os manifestantes seguiram para o prédio da reitoria, que também estava trancado e foi igualmente aberto para estudantes e professores, que ocuparam o prédio. De forma pacífica, os manifestantes permaneceram na reitoria até às 15h30 horas, indo em seguida para Escola Superior de Educação Física (Esefego), onde montaram um acampamento, já aguardando o horário da Assembleia Geral, marcada para a manhã de hoje.

A Polícia Rodoviária Federal só chegou ao local da interdição depois que a pista já estava liberada, mas tanto na BR quanto na reitoria não houve registro de qualquer episódio negativo. A Polícia Militar limitou-se a acompanhar a ação dos estudantes, fora dos portões da universidade. Usando megafones, alguns líderes insistiram em pedir para que não houvesse qualquer agressão ao patrimônio.

Entre os pontos da pauta destaca-se o funcionamento do restaurante universitário, a construção da casa dos estudantes, uma completa reforma nas estruturas físicas da UEG e o aumento das Bolsas de Pesquisas Universitárias.

Atos ocorreram em todas capitais e 48 rodovias foram bloqueadas

12 de julho de 2013 (sexta-feira)
 
São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Sorocaba e Recife -Apesar de motivar protestos em todos os Estados, a paralisação convocada pelas centrais sindicais foi mais forte nas cidades em que funcionários do transporte aderiram, suspendendo as atividades, e onde as manifestações conseguiram bloquear rodovias. Ocorreram atos em todas as 26 capitais e no Distrito Federal e o bloqueio de 48 estradas em 18 estados. Essas interdições também levaram a confrontos, com feridos. 
As Polícias Civis e Militar foram informadas pelas centrais dos atos em todo o País, acompanharam a maioria e registraram poucos incidentes. Um estudante de 21 anos ficou ferido durante manifestação em Varginha (MG), ao tentar bloquear uma via - um motorista avançou sobre o grupo. Já em Embu das Artes (SP) quatro ficaram feridos em uma interdição semelhante no Rodoanel de São Paulo, em Embu das Artes. Nas capitais, o confronto mais grave ocorreu no Rio, com pelo menos quatro feridos.
Impulsionado pela falta de transporte público, o movimento teve mais força em Belo Horizonte, Vitória e Porto Alegre. Em Salvador e no Recife, a maior adesão foi pela manhã. Na capital mineira, o metrô não funcionou - apesar de uma decisão judicial determinar escala mínima - e rodoviários impediram que ônibus deixassem as estações de bairros. Parte do comércio ficou fechada, assim como as agências bancárias.
O Dia Nacional de Luta das centrais sindicais também paralisou o transporte coletivo de Porto Alegre e, consequentemente, quase todo o comércio e os serviços. Tanto o Sindicato dos Rodoviários quanto a Empresa Pública de Transporte e Circulação admitiram que todos os 1,7 mil ônibus deixaram de circular e 1,2 milhão de pessoas foram prejudicadas. Outros serviços, como o trem metropolitano e os ônibus intermunicipais, não funcionaram.

 



 

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